A Luiza nasceu em 09/02/2004, de parto normal na Clínica Perinatal de Laranjeiras às 16:06hs.
Nasceu pesando 3,675kg e medindo 52,5cm.
Hoje ela está com 4 anos e .
Datas importantes Última menstruação: 17/05/2003 Descoberta da Gravidez: 10/06/2003 Primeira ultra: 04/07/2003 Descoberta do Sexo: 10/09/2003 Senti o bebê mexer: 23/09/2003 Chá de bebê: 20/01/2004 Nascimento: 09/02/2004
Umbigo caiu: 14/02/2004 Primeiro passeio: 18/02/2004 Primeiro sorriso: 10/03/2004 Furou as orelhas: 06/04/2004 Primeiro banho de piscina: 01/05/2004 Sentou sozinha: 26/05/2004 Primeira viagem: 28/05/2004 Rolou: 10/06/2004 Primeira papinha: 02/07/2004
As pessoas que quiserem fazer doações de alimentos e roupas as vítimas das chuvas e enchentes no estado de Santa Catarina, devem procurar a sede da Defesa Civil Municipal (Rua Visconde de Santa Isabel, 32, em Vila Isabel). Além da Sede da Defesa Civil e seus Núcleos, estaremos recebendo também na sede das Coordenações de Área e Regiões Administrativas, conforme endereços a seguir:
- Sede da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro – Brigada de Incêndio (subsolo)
Rua Afonso Cavalcanti. 455 - Cidade Nova
- Sede da Defesa Civil da Prefeitura
Rua Visconde de Santa Isabel, 32 - Vila Isabel
- Núcleo da Defesa Civil em Irajá (XIV R.A.)
Avenida Monsenhor Félix, nº 512 – Irajá
- Núcleo da Defesa Civil no Méier (XIII R.A.)
Rua Vinte e Quatro de Maio, nº 931 – Méier
- Núcleo da Defesa Civil em Pedra de Guaratiba
Rua Belchior da Fonseca, s/nº - Pedra de Guaratiba
- Núcleo de Defesa Civil na Barra da Tijuca (XXIV R.A.)
Avenida Ayrton Senna, nº 2001 - Barra da Tijuca
- Núcleo de Defesa Civil na Pavuna (Coord de Área da Zona Norte)
Rua Luiz Coutinho Cavalcanti, 576 – Guadalupe
- COORDENADORIA DE ÁREA (SUBPREFEITURA) – Copacabana
Avenida Epitácio Pessoa, nº 3000 – Parque da Catacumba – Lagoa
- COORDENADORIA DE ÁREA (SUBPREFEITURA) - GRANDE MÉIER
Rua Vinte e Quatro de Maio, nº 931- fds. – Méier
- COORDENADORIA DE ÁREA (SUBPREFEITURA) - ILHA DO GOVERNADOR
Rua Orçadas, nº 435 – Ilha do Governador
Esse final de semana vou separar muitas roupas minhas e da Luiza e vou levar no endereço mais perto da minha casa. Se você não é do RJ, procure no site da Defesa Civil da sua cidade se existe alguma campanha de doações e faça a sua parte.
O número de pais que escreve solicitando orientação a respeito do que fazer com os filhos que fazem xixi na cama é grande. Vamos, então, conversar um pouco sobre tal assunto.
Os pais andam muito apressados ultimamente. Querem ensinar ao filho o controle de seus esfíncteres muito cedo, mas acontece que só depois dos 18 meses é que a criança tem condições de começar a aprender isso. É que o filhote da raça humana, diferentemente da maioria das outras raças, nasce precocemente por isso é preciso um tempo fora do útero para seu organismo finalizar o desenvolvimento do sistema neurofisiológico. É por isso que o bebê demora um pouco para sentar, engatinhar etc.
Se os pais forem desencanados nem precisarão ensinar muita coisa. Basta esperar o filho estar pronto que, então, ele mesmo pedirá para ir ao banheiro porque começa a sentir a vontade e observa atentamente os pais quando estes vão ao banheiro e, espontaneamente, deixará de fazer xixi na cama. Mas sabemos que os pais querem ensinar, então que tal ensinamento seja tranqüilo.
A primeira coisa é saber que nem toda criança aprende de uma vez e nunca mais volta a fazer na roupa ou na cama. É bem comum o fato de a criança que aprende a ir ao banheiro ou a pedir na hora de ir passar um longo período com total controle e, de repente, voltar a “deixar escapar”, principalmente à noite. Por isso, os pais não devem se alarmar: faz parte do desenvolvimento da criança isso que encaramos como “regressão”. Não se trata de um retorno, mas de uma pausa, somente isso.
Pressionar, premiar ou castigar, brigar etc. são atitudes que não ajudam. Ao contrário: atrapalham muito já que a criança não faz o que faz porque quer e sim porque não consegue controlar.
Quando a criança resiste a aprender, talvez esteja dizendo que ainda não está pronta para isso. Deixar para recomeçar um pouco mais tarde pode ser uma boa estratégia dos pais. Quando ela voltar a molhar as calças ou a cama, talvez o que mais funcione seja implicar a criança com a questão. Perguntar a ela como pensa que poderia dar certo, pedir para que ajude na troca da cama, da roupa etc. Não se trata de deixar a decisão nas mãos dela e sim de pedir que colabore, que se interesse pela resolução da questão que é dela.
Tudo isso pode acontecer até os quatro, cinco anos e é normal. Depois dessa idade, é bom consultar o pediatra para verificar se está tudo certo com a criança. Em geral está, mas não custa ter esse cuidado.
O que dá para perceber é que, quanto mais os pais se afligem com a questão, mais a criança sofre e se sente impotente para mudar. Por isso, ter toda tranquilidade e a paciência possível para enfrentar tais episódios é o mais recomendado.