A Luiza nasceu em 09/02/2004, de parto normal na Clínica Perinatal de Laranjeiras às 16:06hs.
Nasceu pesando 3,675kg e medindo 52,5cm.
Hoje ela está com 4 anos e .
Datas importantes Última menstruação: 17/05/2003 Descoberta da Gravidez: 10/06/2003 Primeira ultra: 04/07/2003 Descoberta do Sexo: 10/09/2003 Senti o bebê mexer: 23/09/2003 Chá de bebê: 20/01/2004 Nascimento: 09/02/2004
Umbigo caiu: 14/02/2004 Primeiro passeio: 18/02/2004 Primeiro sorriso: 10/03/2004 Furou as orelhas: 06/04/2004 Primeiro banho de piscina: 01/05/2004 Sentou sozinha: 26/05/2004 Primeira viagem: 28/05/2004 Rolou: 10/06/2004 Primeira papinha: 02/07/2004
Nossa, esse cantinho tá abandonadíssimo hein? O Projeto 365 tem me ocupado bastante e eu acabo esquecendo de postar aqui. Cada vez mais eu tenho vontade de ter um blog único e acho que isso vai acontecer em breve. Tá difícil conciliar os dois blogs + o projeto.
Eu fiquei devendo fotos da viagem à Búzios e ainda vou continuar com minha dívida. Mas eu prometo que vou fazer uma seleção e mostrar aqui para vocês verem que férias maravilhosas tivemos. Foram 9 dias, 3 mulheres, 3 crianças e muita diversão. Luiza perdeu o medo do mar (aleluia!) e se soltou ainda mais sem bóias. Provou picolé de uva, morango e frutas vermelhas e adorou (ela antes só tomava de chocolate). Provou também milho na espiga e gostou tanto que já tivemos que comprar milho por aqui para ela comer igual uma ratinha. Ficou moreninha de tanto sol, com um bronzeado lindo. E eu descansei bastante e recarreguei as energias.
As aulas da mocinha só voltam no dia 11/02 e enquanto isso ela tem ficado na casa dos meus pais que estão matando as saudades da netinha. Hoje ela levou uma amiguinha da escola para brincar com ela. Vocês precisavam ver a festa que elas fizeram quando se encontraram... muito fofas.
Agora, uma coisa chata que aconteceu. Ontem à noite, depois que ela voltou do fim-de-semana com o pai, eu estava no quarto dela arrumando uns brinquedos na estante quando um deles caiu. Na mesma hora ela soltou um "PQP", falando pausadamente, mostrando que sabia exatamente para que servia aquela expressão. Eu fiquei chocada em ver minha princesinha falando aquele palavrão horrível e não me conti e dei uma bronca. Depois me arrependi de ter dado a bronca porque ela com certeza ouviu essa expressão em algum lugar e não sabia que era uma palavra proibida. Ensinei a ela que essa palavra é muito feia, que ela não deve falar isso e que se ouvir alguém falando perto dela, que ela peça para não falarem mais.
Hoje quando acordamos, eu estava arrumando a mochila dela e ela falou assim:
- Mamãe, quando alguma cair de novo eu vou falar assim: "Cacilda Becker"!
Hahaha!! Eu falo muito isso de Cacilda Becker.... e falo também "caramba-carambola". Já ensenei que essas palavrinhas são bonitinhas e que ela pode falar.
Mas esse episódio de ontem me incomodou muito, mais do que eu imaginava. Eu sei que tem outras coisas por trás disso (que não convém eu falar no blog) e acho que o palavrão foi só a ponta do iceberg... por isso mexeu tanto comigo.
De qualquer forma, deixo aqui um artigo muito bom para quem está passando por isso ou ainda vai passar.
Não fala palavrão, p****! AS CRIANÇAS NÃO INVENTAM OS PALAVRÕES: ELAS COPIAM O QUE OS OUTROS DIZEM.ENTÃO, O AVISO DO TÍTULO É MAIS PARA VOCÊ QUE PARA ELES, SACOU?
por GISELE LOBATO, filha de José Antonio e Mara
Ao entrar no elevador com seu filho de 4 anos, lá está aquela velhinha simpática. De um lado, você segura as compras do mercado. A senhora ensaia um carinho na cabeça da criança, que grita um sonoro “vai tomar no c*”. E você, claaaro, fica sem graça, pede desculpas e dá uma bronca no pirralho. Não muito exagerada, porque, afinal, em momentos de raiva, você vive usando essa expressão. Criança, nessa fase, é papagaio mesmo: vai repetindo tudo o que ouve por aí. Se palavrão faz parte do seu vocabulário (ou do pai, da avó, de quem convive mais de perto com ele), é mais ou menos inevitável que ele solte algum de vez em quando. O jeito é se policiar, ao menos na frente dos menores. E, se não tiver jeito mesmo, explicar que existem palavras que a gente não usa fora de casa. Antes dos palavrões, as crianças passam por uma outra fase besteirenta. Com uns 2 anos, morrem de rir com palavras como xixi e cocô. É que, para elas, essas expressões têm um quê de mistério e acabam se destacando mais do que as outras no
vocabulário cotidiano.
É uma lógica parecida que vai fazer as crianças abusarem de expressões pesadas. Ao ouvir o pai soltar um "filho da p***" pro juiz de futebol, a primeira reação do filho é estranhar aquelas palavras ainda sem significado, mas que vieram junto com um sentimento de raiva. Se decorar o novo verbete, ele vai colocá-lo na roda pra testar o que provoca ao ser pronunciado. E na hora que percebe que você fica incomodado, f****...
Não é o caso de exagerar na repressão, deixar de castigo, coisa do gênero... Vendo que dizer aquela coisa sem malícia incomodou demais, sabe o que a criança faz? Repete, básico. Às vezes, os palavrões são ditos no contexto familiar por gozação mesmo, sem o intuito de ofender ninguém, mas a criança não entende essas nuances da linguagem e pode dizer o que não deve na hora errada. Só mais tarde, por volta dos 7 anos, elas vão começar a sacar que não podem se comportar da mesma maneira com os colegas de classe e na casa da avó.
“QUANTO MAIS INCOERÊNCIA NO CONTEXTO EM QUE A CRIANÇA VIVE, MAIS DIFICULDADES ELA VAI TER PARA INTERNALIZAR NORMAS E VALORES”, ALERTA LUCIA MARMULSZTEJN, MÃE DE CLAUDIA E DANIELE, PSICÓLOGA DO CENTRO DE AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO INFANTO-JUVENIL.
Mas não é muito fácil definir o que é palavrão e o que não é. Para algumas famílias, palavras como “porra” ou “sacanagem” se tornaram de uso comum; para outras, são inaceitáveis. E essas diferenças de costume podem entrar em choque quando as crianças passam a conviver, em especial na escola. Se um dia seu filho chegar em casa com alguma novidade nada agradável que aprendeu com o amiguinho, o melhor a fazer é conversar com calma. Basta explicar que aquela é uma palavra feia e não deve ser dita. E, depois, deixar pra lá. Sem encher o saco, a criança esquece rapidinho.
Os fabricantes receberam o relatório e responderam ao Inmetro:
Dez disseram que vão se adequar às normas: Atual, Bartira, Bonatto, Carolina, Chicco, D´itália, Divicar, Inapram, Premiatta e Santos Andirá. A Tok & Stok informou que não comercializa mais o berço, mas o Inmetro diz que a loja é responsável pelo produto já levado pelo consumidor.
Ah, já ia me esquecendo. Sábado vamos todos para Búzios. Três mulheres e três crianças num flat. Ficaremos lá até o domingo da outra semana. Mal posso esperar!
Eu tinha comprado os ingressos para o espetáculo Alegria do Cirque du Soleil há um tempão. Assim que começaram a vender eu resolvi garantir dois para mim. Ainda não sabia quem eu levaria comigo. Como ainda estou sem empregada e meus pais estão viajando (e a empregada deles está de férias) eu não tive com quem deixar a Luiza. E foi então que eu tive a idéia de levá-la comigo.
Idéia mais do que acertada!! Luiza adorou o circo. No início, assim que chegamos ela ficou um pouco assustada com o figurino dos personagens que já estavam circulando pelo circo. Eram os Nostalgic Old Birds (foto ao lado) que aparecem no palco quase o tempo todo. Na mesma hora ela pediu colo e disse que estava com sono. Aí eu fui mostrando outros personagens mais bonitinhos e falando que era a princesa, a carruagem da Cinderela (rs) e ela foi relaxando. A partir daí ela começou a curtir.
O show é muito engraçado (o nome Alegria não é à toa!) e ela riu muito com os palhaços. Adorou as cantoras que ela chamou de bailarinas por causa do figurino. Na hora do intervalo ela perguntou se os personagens estariam lá fora porque ela queria tirar foto com a bailarina. Acostumada com teatro infantil, não ia pensar outra coisa....rs. Na tenda central tiramos as fotos abaixo e ainda descobrimos uma oficina de máscaras de EVA que a Luiza adorou fazer. Ficou toda orgulhosa com a máscara azul que ela mesma produziu.
No segundo ato tivemos que sair porque a mocinha pediu para fazer xixi. Assim que voltamos já estava quase começando o número final dos acrobatas nos trapézios que voam láááá no alto, bem por cima das nossas cabeças. A rede de proteção ficou bem em cima do nosso assento.
Saímos de lá super tarde, quase meia-noite e depois viemos para casa.
Quem quiser ver um video, uma espécie de trailer do espetáculo, é só ver abaixo: