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A mamãe
Sou Flavia Oliveira, carioca, 35 anos, mãe da Luiza.
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Luiza
A Luiza nasceu em 09/02/2004, de parto normal na Clínica Perinatal de Laranjeiras às 16:06hs.
Nasceu pesando 3,675kg e medindo 52,5cm.
Hoje ela está com 4 anos e .
Datas importantes
Última menstruação: 17/05/2003
Descoberta da Gravidez: 10/06/2003
Primeira ultra: 04/07/2003
Descoberta do Sexo: 10/09/2003
Senti o bebê mexer: 23/09/2003
Chá de bebê: 20/01/2004
Nascimento: 09/02/2004
Umbigo caiu: 14/02/2004
Primeiro passeio: 18/02/2004
Primeiro sorriso: 10/03/2004
Furou as orelhas: 06/04/2004
Primeiro banho de piscina: 01/05/2004
Sentou sozinha: 26/05/2004
Primeira viagem: 28/05/2004
Rolou: 10/06/2004
Primeira papinha: 02/07/2004
Receitas para papinhas: clique aqui
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Terça-feira, Novembro 27, 2007
Aceito encomendas!

postado por flavoli | |

Segunda-feira, Novembro 26, 2007
Já é Natal!
Vocês já se deram conta que falta exatamente um mês para o Natal? Pois é... o ano está acabando e é hora de armar a árvore. Esse ano eu queria comprar uma árvore nova porque a que eu tinha aqui era meio mixuruca, pequena, magrela.... sei lá, eu já tinha enjoado daquela árvore. Além disso, eu tinha trazido da viagem à Disney uns enfeites lindos e achava que eles mereciam uma árvore melhor.
Essa semana Luiza me cobrou indiretamente que enfeitássemos nossa casa para o Natal. Ela viu de dentro do carro, quando voltávamos para casa à noite, algumas varandas iluminadas e falou assim: "A casa das pessoas já está enfeitada para o Natal, né Mamãe?". Eu prometi a ela que assim que comprasse a nova árvore a gente enfeitaria nossa casa também.
Bem, esse final de semana Luiza foi ficar com o Juvenil. Eu estava cheia de encomendas para entregar e passei o sábado todo trabalhando em casa. Não fui almoçar nos meus pais nem botei o nariz para fora de casa o dia todo. Finalmente, às 20hs eu havia terminado tudo. Tomei um banho, corri para o shopping para comprar um presente e resolver umas coisinhas e depois fui ao super-mercardo. Assim que entrei no Extra me deparei com váááááárias árvores de natal e enfeites baratíssimos. Não pensei duas vezes. Escolhi uma árvore do jeito que eu estava imaginando (1.80m, super cheia, gorda) e comprei mais alugns enfeites. Me diverti escolhendo tudo. Depois aproveitei para dar uma "bagulhada" no mercado e acabei saindo de lá depois da meia-noite. Que "programão", né? Justo no sábado que eu fico sozinha.... Mas sabem que eu gostei? Tem horas que essa vida de baladeira cansa um pouco também...rs
Enfim, voltando ao Natal. Hoje Luiza voltou da casa do pai, tivemos uma festinha para ir no final da tarde e chegamos em casa às 21hs. Decidi então que era a hora de armar a árvore. Luiza ficou eufórica e me ajudou bastante no início. Depois se distraiu vendo Discovery Kids, se aboletou no sofá e não me deu mais atenção. Terminei de arrumar tudo sozinha, mas ver a alegria dela com árvore armada e a casa enfeitada para o Natal valeu todo o esforço.
Confiram as fotos!
E vocês, já estão com a casa enfeitada?
postado por flavoli | |

Sexta-feira, Novembro 23, 2007
O mais belo texto que já li sobre a maternidade
Eu já acompanho o blog do Fabrício Carpinejar há algum tempo. Ele escreve textos lindíssimos, alguns um pouco chatos até, mas esse de hoje me fez cair o queixo. Como pode um homem conhecer tanto sobre a alma feminina? Como pode um homem descrever tão bem uma mulher na maternidade? As lágrimas foram inevitáveis. Me identifiquei demais com esse texto, me vi em muitas das situações e revivi algumas delas inclusive.
Às mães, às grávidas e principalmente, a todas as mulheres esse texto é perfeito.
UMA SOLIDÃO SOLTEIRA
por Fabrício Carpinejar (www.fabriciocarpinejar.blogger.com.br)
O que é ser mãe? É nunca precisar responder a essa pergunta. Diferente de pai, que sempre se explica e gosta de se explicar. Mãe parece que nasce sabendo, não importa a idade, não importa a disposição. Julga-se como um dom natural e um desejo de vida, desde o momento em que brincava de boneca na infância e formava uma família imaginária no quarto. Que menina, quando pequena, já não sonhava em trocar a roupa do filho ao vestir e desvestir sua Barbie? Ser mãe não é encarado como profissão nem deve, mas é tão estafante quanto um início de carreira. O papel é visto como prazer e dádiva. Para alguns homens, é reconhecido como o cumprimento de um ideal. Um sonho. Mas não significa que será fácil. E não é. Responde a um dos períodos de maior aprendizado, nervosismo e tensão. Durante a gravidez, a mulher se multiplica. Espiritualmente é duas. Ganha atenção dobrada. Seus pedidos mais estranhos são atendidos. Cavalheirismo e educação exagerados batem à sua porta. Não me refiro aos assentos vermelhos do ônibus e do metrô e dos guichês do banco, reservados a gestantes. Muito além disso: abrem-se os caminhos do entendimento e da cordialidade. Ela encontra uma paz de bosque, uma quietude social. Não é contestada, criticada, desafiada. Nada que prejudique o andamento da gestação. Sua fragilidade a ilumina de carícias.
DEPOIS DO NASCIMENTO, desconfia de que sua barriga serviu para um aluguel de luxo, que os familiares se importavam com a criança a vir, não com a criança adulta que se transforma em mãe. Paparicam o bebê e ela acaba de canto, alheia, sequiosa por um aconchego que não chega. Na hipótese de atravessar uma cesariana, dolorida e custosa, não receberá sequer algum questionamento sobre sua saúde. Andará sozinha, bem lenta, atrás do cortejo. A depressão pós-parto não é uma miragem, sinaliza desvalia.
De uma hora para outra, a mulher não é mais responsável pela sua existência, é responsável por duas vidas. Não poderá se dar ao luxo de pensar somente em si. Pensará em si por último, caso sobre tempo. Aliás, vejo que não é casando que a mulher deixa de ser solteira, ela muda efetivamente de estado civil ao gerar um filho. A dependência é substituída pela independência, no sentido de orientar e educar a criança.
POR MAIS QUE ESTEJA ACOMPANHADA de um marido companheiro e atento, é como se mandasse no campinho. É ela que deverá responder - ou acredita que deve responder - no surgimento de dúvidas e impasses. O homem ainda goza da regalia de coadjuvante, com atenuante de que não precisa conhecer tudo. Pai está aprendendo a ser pai, mãe está ensinando a ser mãe. A crença é que a mulher tem uma enciclopédia embutida no ventre.
Licença-maternidade não é uma licença poética. Não é apenas estacionar o filho na vaga preferencial do seio. Mal se recuperou do parto e enfrenta a multiplicidade de atividades. Não dorme pelo medo de dormir e deixar escapar um apelo do bebê e ser incriminada por omissão. A insônia é o de menos. Até encontrar a posição certa de segurar o nenê para não ter cólicas, até encontrar a melodia adequada que tranqüiliza o choro, até encontrar a postura confortável para não sofrer com dor nas costas, é uma arte.
ENTRE CUEIROS E TIP-TOPS, entre fraldas e lençóis, dificilmente será reconhecida em família pelos seus pequenos e imprescindíveis feitos. De que modo contar a terceiros e ao próprio marido o que fez? Que deu leite, arrumou as roupas, limpou o cocô, deu papinha e que essas operações tomaram o seu dia? As energias gastas em 24 horas serão reduzidas a um relato de três minutos. Dirão que é exagero. Começa a cobrança e a sensação de que não é compreendida.
O marido aparecerá em casa, leve e lépido, mais disposto (é claro), e brincará descansado com o filho, imitará sons de bichos, desfrutará da organização e de uma companhia para dividir as tarefas. Ele curte o que desejava para você. O pai é o parque, a mãe é dia útil. Resta assistir à alegria como se fosse sua.
IMAGINE UMA PROFISSIONAL HIPERATIVA mergulhar de repente nesse mundo em que nada aparenta acontecer e tudo acontece sem jeito de demonstrar? Ter a rotina reduzida a dez quarteirões do bairro, na faixa que compreende a quitanda, a farmácia, a praça e o mercado, como um exílio em sua cidade? Uma mãe recente é uma ótima crítica da televisão à tarde. Pela primeira vez, é capaz de opinar com fundamento sobre a qualidade dos programas.
De um comercial a outro, o filho cresce mais rápido do que supunha. O que adiava para fazer continuará adiando. Se nos preparativos, demorava séculos para definir a cor do enxoval, as decisões agora são rápidas e fulminantes. São para ontem. O filho largou o peito, deve então acertar a temperatura do leite, preparar a comida, optar pelas peças da gaveta. Será que ponho casaco ou não? Está quente ou frio? O ponto mais visitado é a bunda rosada da criança, para verificar assaduras. As mãos cheiram a hipoglós e não é de estranhar que a pasta branca fique nos vãos dos dedos no momento de dormir. E, quando toca o telefone, a mãe se envergonha de dizer que está segurando o filhote no colo e faz o impossível para que a voz na linha não note o incômodo. Um malabarismo para acalmar os gritos do pequeno, entender a conversa e ser educada. Mãe carrega muita culpa desnecessária. A maternidade é uma solidão desproporcional, uma solidão solteira em cama de casal.
A libido fica em baixa, não se tem a mesma vontade louca de transar. Nem é vontade, é disposição, condicionamento físico. Após desbotar o tapete do corredor no vaivém, não há como se arrumar. Arrepende-se dos espelhos no quarto adquiridos para projetar posições eróticas. O homem se aproxima dengoso e amoroso e a dor de cabeça é a saída menos explicativa. Existe um cansaço inclusive para DR (Discutir o Relacionamento).
A mulher se vê acima do peso, com os seios estranhamente grandes (talvez o homem goste da protuberância, esquece que o aumento é inchaço, dói e não é para ele) e a cintura se equilibrando com a transformação. Pela primeira vez, um maiô não é uma idéia insuportável. O corpo está longe da rigidez e para recuperar as formas antigas só com muita ginástica, musculação e sorte.
ELA ESTÁ DISTANCIADA DO NÉCESSAIRE, substituída pela sacola forrada de plástico, com pomadas, panos, bicos e o restante infinito do arsenal infantil. O máximo a fazer é paquerar a sinaleira. O único jeito de avançar no sinal vermelho é ali, com o carrinho de bebê na faixa de segurança.
Se não está aprontando e ordenando as coisas, está limpando a bagunça. Se não está encaminhando a criança ao sono, está dormindo junto. O banho de banheira da criança que encharcará o piso será o raro momento em que se ausentará, ouvirá novamente sua respiração e buscará informações atualizadas da rua.
Falei do trabalho, porém é o isolamento que mata. O pai age, na maioria das vezes, como um porteiro das visitas, cumpre a convenção social de mostrar o bebê para em seguida continuar suas conversas. Um elogio pra lá, um elogio pra cá, a criança abandona a cena e a mãe corre atrás, para atender as chamadas noturnas. Não há como acompanhar os papos entusiasmados e eufóricos. Escuta-se as risadas do quarto, com receio de que a criança seja acordada e tenha que recomeçar o acalento. Torce para que as visitas saiam cedo.
OS AMIGOS E AMIGAS DA MULHER, de contato freqüente, de repente desaparecem. No início, podem rodear o bebê, propor bilu-bilu e esganiçar dublagens. Exaltam o nascimento. No instante do socorro e exaustão, nenhuma alma por perto. Acontece uma segregação silenciosa e terrível. Alguns se afastam para não incomodar, outros para não serem incomodados.
Durante essa fase, os relacionamentos escasseiam também devido à exclusividade materna. Quem não tem filho pode achar esquisito, mas pais discorrem na mesa sobre quantas vezes a cria foi aos pés e a cor das idas e vindas! Ela encontrará dificuldade de conversar de outros assuntos que não os relativos ao seu filho. Afinal, seu universo gira em torno dele. Vai se aproximar de outras mães para dividir suas dores e delícias. Um dos motivos para que as reuniões das creches sejam longas. É um momento de desafogo e de cumplicidade.
A MÃE QUER SE SENTIR OUVIDA, falar do que incomoda na hora em que sente. Não depois quando já se confortou. Ou antes quando não entende. Tal jornal – mãe é para ser lida no dia. A pior coisa para ela é estocar sentimentos e apreensões, como quem guarda inutilmente papel velho. Mãe deve dizer o que a confunde de pronto e ser respeitada em silêncio até o fim, para que a preocupação não seja convertida em recalque.
Quando não está ao lado da criança, mãe padece com severa intensidade. Uma saída para se distrair – ou ao retornar ao trabalho –, e está ligando apavorada para a babá, solicitando relatos minuciosos dos últimos movimentos do rebento. Pavor de que não há quem cuide melhor do que ela. Ou pavor de que alguém cuide melhor do que ela.
O QUE É SER MÃE? É nunca precisar fazer essa pergunta. O que se experimenta em segredo, o esforço hercúleo, o afeto pontual serão recompensados com a telepatia. A mãe notará que é possível esconder seus sentimentos de qualquer um, menos de sua criança, que alisará seus cabelos no desalento com o pente das unhas e nadará com alegria em seu corpo em cada abraço. E basta observar que a criança imita seu trejeito, basta reparar que a criança segura os objetos com a sua firmeza, basta reconhecer na voz dela o galho florido de seu timbre, basta cheirar o cangote e descobrir quantas fragrâncias não foram criadas, basta vê-la caminhar longe do apoio, balançando como um pingüim, basta ouvi-la dizer “mãe” com a pausa de uma reza, basta ser surpreendida com as repetições de suas idéias, basta que ela invente novas possibilidades para linguagem, basta que ela ponha a digital em um cartão, que ela retribua o “eu te amo”, e as adversidades serão esquecidas. As adversidades já serão amor.
Publicado na Revista Cláudia Bebê, Edição 553, Outubro/Novembro/Dezembro de 2007, p. 58-64
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Quinta-feira, Novembro 22, 2007
Feriadão
Como eu havia falado, nós viajamos no feriadão para Angra para um hotel maravilhoso mas que sempre chove quando vamos lá, uma pena. Dessa vez não foi diferente e choveu quase todos os dias. Só nos dois últimos dias é que não choveu, mas o sol mesmo só deu o ar da sua graça no domingo, dia de ir embora. Mesmo assim aproveitamos a praia.
Apesar da chuva, a viagem foi maravilhosa. Passar tanto tempo assim com a filhota é sempre maravilhoso. E poder ficar mais tempo com os meus pais também é ótimo!
Luiza nos surpreendeu demais. Se mostrou uma criança extremamente desembaraçada: fez amizade com várias crianças, conversou com os adultos (estranhos) como se os conhecesse há séculos e deu pouquíssimo trabalho. Aquela "bichisse do mato", a qual eu sempre me refiro aqui no blog, parece que foi embora. Ficamos nos perguntando o porquê dessa "transformação" e concluímos que deve ter sido por vários motivos.
1 - Amadurecimento - Acho que com o tempo as crianças vão percebendo que os "estranhos" não mordem e vão ficando mais seguras mesmo.
2 - Escola - Esse ano Luiza passou a ficar na escola no horário integral. Antes ela estudava só na parte de manhã e ficava com uma babá na parte da tarde. E eu acho que babá, por melhor que seja, não se compara aos estímulos que uma escola oferece. Estou muito satisfeita com a escola dela e não pretendo tirá-la de lá, nem do horário integral.
3 - Saída da babá - Desde que a babá foi embora Luiza ficou um pouco insegura com a mudança da rotina. Mas agora, mais de 30 dias depois, ela percebeu que não tem mais a babá mas tem os avós e a mãe muito mais presentes na rotina dela. Minha vida está uma loucura, estou contando com meus pais como nunca, me desdobrando em mil para dar conta de tudo, mas percebo que há males que vêm para o bem. Luiza está muito mais feliz, e isso é o que vale.
Mas, voltando ao feriadão. É lógico que tiramos váááááárias fotos, mas ainda não me sinto à vontade para colocá-las aqui. Mas essa, eu não poderia deixar de compartilhar com vocês. É uma foto muito poética para mim.... incrível como uma foto pode expressar tanto um momento da nossa vida.
PS: Para quem não reconheceu é minha mãe com a Luiza na foto!
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Bebês são capazes de julgar pessoas, diz estudo
fonte: O Globo Online
Cientistas dos Estados Unidos descobriram que bebês a partir de seis meses de idade já demonstram ter inteligência social, analisando as intenções de outras pessoas e sendo capazes de perceber quem é um potencial amigo ou inimigo.
A equipe da Universidade de Yale realizou um estudo envolvendo 12 bebês de seis meses e 16 com dez meses, em que fizeram com que eles assistissem a uma animação com três personagens diferentes.
No desenho, um dos personagens tenta subir o que parece ser uma colina. Um segundo ajuda esse personagem, empurrando-o para cima da colina, e um terceiro o atrapalha, empurrando-o para fora.
Depois de os bebês assistirem à animação várias vezes, os cientistas mostraram a eles dois bonecos de madeira, um parecido com o personagem que ajuda o outro a subir e outro parecido com o que atrapalha.
O resultado foi que todos os bebês de seis meses e 14 dos bebês de dez meses escolheram o boneco do personagem "bonzinho", que ajuda.
"Nossas descobertas indicam que os humanos realizam avaliações sociais num estágio muito anterior de desenvolvimento do que se pensava, e sustenta a tese de que a capacidade de avaliar indivíduos com base em suas interações sociais é universal e não depende de aprendizado", dizem os cientistas em um artigo publicado na revista Nature.
Outros experimentos foram feitos para descartar outras explicações para o comportamento demonstrado pelos bebês, como uma possível preferência dos bebês por ações de empurrar algo para cima ou para baixo ou pela aparência de um dos personagens.
"Nós não podemos dizer se é algo inato, mas podemos dizer que é algo pré-lingüístico", disse a cientista Kiley Hamlin, que liderou a pesquisa.
"Nós não achamos que esses bebês têm qualquer noção de moral, mas parece ser uma parte essencial da moralidade sentir uma empatia por aqueles que fazem coisas boas e o contrário por aqueles que fazem coisas más - parece ser uma parte importante de um sistema racional e moral que virá depois."
O fato de crianças tão jovens mostrarem sinais de inteligência social não surpreendeu Hamlin.
Segundo ela, os pais deveriam ter em mente que os bebês são capazes de perceber muita coisa sozinhos.
"Ainda com pouca idade, eles são eficientes criaturas sociais. Eles percebem quem é bom de se ficar junto sem muita ajuda."
Pesquisas anteriores já haviam mostrado que os bebês, nos seus primeiros seis meses, mostram uma predileção por outros bebês com base na aparência do rosto dos coleguinhas.
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Segunda-feira, Novembro 19, 2007
Bebês deveriam engatinhar mais, afirma estudo
fonte: O Globo Online
Um estudo realizado por especialistas em desenvolvimento infantil revela que os bebês passam cada vez mais tempo sentados e ficam menos no chão, o que pode impedir a oportunidade de engatinhar e prejudicar o aprendizado da fala e da escrita.
Para Sally Goddard Blythe, que liderou o estudo, isso se deve ao uso excessivo de artigos modernos como assentos de carro e cadeiras especiais para bebês. Segundo a autora, estes artigos impedem a criança de brincar livremente com o corpo.
"Os bebês são colocados na posição sentada de forma passiva, e não natural", afirma Blythe, diretora do Instituto de Psicologia Neurofisiológica de Chester, na Inglaterra.
"O chão é o primeiro parquinho da criança e ficar de bruços ajuda na postura, aumenta o campo visual e o equilíbrio", afirma a especialista. "Há 20 ou 30 anos as crianças passavam muito mais tempo debruçadas."
A pesquisa, realizada pelo departamento de neurofisiologia do instituto, analisou o impacto das mudanças sociais dos últimos 50 anos na infância.
O estudo foi realizado com base nos resultados de uma pesquisa publicada pela autora em 1998 na revista científica British Journal of Occupational Therapy. O estudo examinou o desenvolvimento de dois grupos de 70 crianças com idade entre 8 e 10 anos.
O primeiro grupo apresentava dificuldades de leitura e escrita e o segundo não apresentava problemas de aprendizado.
Os resultados apontaram diferenças significativas no histórico de desenvolvimento. As crianças com dificuldades haviam engatinhado menos e teriam começado a andar mais tarde que as do primeiro grupo.
Apesar dos resultados, a autora afirma que apenas deixar de engatinhar não determina o futuro aprendizado da criança.
"Alguns bebês que não engatinharam acabam não tendo problemas, enquanto alguns que engatinharam poderão apresentar dificuldades", afirma.
Para ela, "a principal questão é descobrir o porquê os bebês falharam em engatinhar e descobrir se a omissão pode causar outros problemas de desenvolvimento".
A autora aponta que engatinhar representa um marco no desenvolvimento da criança e é um exercício motor importante.
Para ela, a atividade treina a coordenação visual para os movimentos que mais tarde a criança vai usar para ler e escrever. Além disso, "engatinhar alinha os segmentos da espinha, preparando a criança para ficar em pé e andar", afirma.
Os resultados da pesquisa serão publicados em 2008 no livro What Babies and Children Really Need (O que bebês e crianças realmente precisam, em português).
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Sexta-feira, Novembro 16, 2007
Procura-se doadoras de leite materno!!
Gente, é sério. Se você está amamentando seu bebê, é uma doadora em potencial. Leia a reportagem abaixo e depois entre em contato com o banco de leite da sua cidade. Eu fui doadora enquanto amamentei a Luiza e nunca faltou leite para ela, pelo contrário.
Falta leite para amamentação nos hospitais
fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL172329-5598,00.html
No Brasil, são cerca de 200 bancos ligados ao Sistema Único de Saúde (SUS), que recolhem, armazenam e distribuem o leite. Por causa do número restrito de doadoras, há falta leite para os bebês prematuros internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e os médicos precisam usar um alimento artificial.
Pouco a pouco, as brasileiras estão descobrindo que doar leite materno é tão importante quanto muitos remédios na hora de salvar vidas, mas o número de doadoras ainda é pequeno.
Mães que contaram com essa ajuda hoje têm nos braços o resultado dessa solidariedade. É o caso da menina Ana Luiza, que nasceu três meses antes do esperado. “Quando ela nasceu, ela ficou entubada. Então, ela não podia mamar. É o que o médico falou: o que a salvou, realmente, foi o leite”, disse a mãe, a dona de casa Ana Paula Hilário.
* Desenvolvimento
A medicina acompanha cada segundo do desenvolvimento do bebê prematuro. Para vencer a luta pela vida, às vezes é preciso um empurrãozinho da natureza: o leite humano. “É muito triste você saber que você tem, outras crianças estão precisando e você jogando fora”, disse uma jovem.
Em um dos maiores hospitais de São Paulo, faltam doadoras. Os médicos são obrigados a substituir o alimento por um artificial. A recuperação é mais lenta. “As crianças que estão internadas na UTI neonatal são crianças mais propensas à infecção, são crianças mais frágeis, que precisam muito mais desse leite”, afirmou a coordenadora do centro de aleitamento, Ana Cristina Vilhena.
* Solidariedade
Ana Paula só descobriu o que fazer quando o filho foi internado. “Eles dão um kit, que está tudo esterilizado. A gente liga para eles e eles vêm buscar”, disse dona de casa.
Muitas vezes, com o stress do parto prematuro, as mães não conseguem produzir leite. Nem os bebês têm força ou condição física para sugar o peito. A doação é a única maneira de dar o alimento ao recém-nascido.
“A gente acaba dando leite humano de doadora até que a mãe se equilibre para poder produzir leite para o seu próprio filho”, afirmou a coordenadora do banco de leite, Roberta Trevisan.
Em cinco meses, o recém-nascido Alexandre, filho da dona-de-casa Érica Skau, engordou quase 6 kg só mamando no peito. “Ele era bem pequenininho, dava até medo de pegar. Agora ele vai ao colo de todo mundo, brinca. É a maior festa.”
Maternidades públicas de todo o país costumam aceitar a doação de leite materno. Podem doar mulheres que estejam em boas condições de saúde, que não fumem e não bebam e que não estejam tomando remédios.
A primeira doação pode ser coletada em um pote de vidro com tampa – desses de café solúvel ou de maionese – bem fervido para esterilizar. O leite deve ser conservado na geladeira até a entrega. Muitas maternidades fazem a coleta na casa da doadora. Quando vão buscar o leite, eles entregam um kit para as futuras doações.
Veja lista de bancos de leite cadastrados no país em http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL172329-5598,00.html
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Estudo relaciona curvas femininas à inteligência dos filhos
fonte: http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mulher/mat/2007/11/12/327124679.asp
Um estudo publicado pela revista científica Evolution and Human Behavior afirma que mulheres com curvas são mais inteligentes e têm filhos mais espertos.
A explicação dos pesquisadores é que os ácidos graxos ômega 3, que se acumulam nos quadris e nas coxas das mulheres, servem de alimento para o cérebro e são essenciais para o desenvolvimento neurológico dos bebês durante a gravidez.
Os pesquisadores Stephen Gaulin, da Universidade da Califórnia, e William Lassek, da Universidade de Pittsburgh, usaram dados do Centro Nacional de Estatísticas de Saúde, nos Estados Unidos, para fazer o estudo e descobriram que a relação cintura-quadril das mães estava diretamente relacionada ao desempenho delas e dos filhos em testes de cognição.
Quanto mais gordura acumulada na parte inferior do corpo das mães, e não na cintura, melhor eram as notas nas provas.
"Coxas e quadris fartos guardam nutrientes essenciais que alimentam o cérebro e podem produzir crianças inteligentes também", disse Gaulin ao jornal The Daily Telegraph.
Os cientistas acreditam que é essa é mais uma razão pela qual os homens se sentiriam mais atraídos pelas mulheres "com curvas".
"Os homens reagem a isso porque é importante para a reprodução (da espécie)", afirmou Lassek ao jornal.
O estudo também concluiu que mães adolescentes têm filhos com problemas cognitivos porque não têm uma reserva suficiente de ácidos graxos, mas os pesquisadores afirmam que as que têm quadris largos acabam sendo menos afetadas pelo problema.
PS: Tá explicado porque a Luiza é tão esperta.... ;o)
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Quinta-feira, Novembro 15, 2007
Prevenida ou preguiçosa?
Viajamos no feriado com meus pais, meu irmão e a namorada dele. Viemos para Angra de novo, para o mesmo hotel que já viemos outras vezes. Dessa vez tem internet wireless e - graças a Deus - eu trouxe o notebook. Apesar da chuva, Luiza está adorando pois tem muitas crianças aqui e ela está super enturmada.
As chaves dos quartos aqui são cartões magnéticos, os mesmos usados para consumir nas dependências do hotel. Ontem, quando voltávamos para o quarto - que fica um pouco afastado do lobby do hotel - me dei conta que havia esquecido o cartão no bar, onde eu tinha tomado um refrigerante mais cedo. Tivemos que voltar tudo, o que foi um pouco cansativo para a Luiza que já estava caindo pelas tabelas.
Hoje, depois de um dia inteiro de bagunça, quando saíamos do restaurante após o jantar para vir para o quarto, Luiza vira-se para mim e pergunta: "Tá com o seu cartão aí?"
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Quinta-feira, Novembro 08, 2007
Outro recall
Gente, estou chocada com essa notícia!! Primeiro foram os imãs que se soltam, depois a tinta com chumbo e agora "boa noite cinderela" num brinquedo de criança?? Onde vamos parar? É mesmo um recall atrás do outro.
Eu confesso que ainda não vi esse brinquedo vendendo por aqui e acredito que dificilmente teria comprado para a Luiza pois detesto essas coisas com pecinhas minúsculas. Mas ela podia ganhar de alguém, né?
Enfim, o lance é ficar de olho aberto, ler os noticiários sempre e voltar a brincar também com brinquedos artesanais. Aliás, depois tenho que lembrar de falar sobre isso porque a Luiza fez um brinquedo muito legal na escola na semana do Dia das Crianças. Mas isso fica para um próximo post.
Novo recall atinge brinquedos que contêm droga perigosa
Publicada em 08/11/2007 às 10h34m
O Globo Online e Reuters
RIO - A Comissão de Segurança de Produtos para o Consumidor Americano determinou o recall de 4,2 milhões de brinquedos Bindeez, fabricados na China, que conteriam uma substância perigosa, chamada GHB , que é usada na droga colocada em bebidas de vítimas do golpe "boa noite cinderela". Mattel também anunciou um novo recall nesta semana;
Com o Bindeez, um brinquedo muito popular, as crianças montam desenhos colando minúsculas bolinhas coloridas com água.
Nos Estados Unidos, o elemento químico encontrado no brinquedo teria levado cinco crianças que ingeriram suas bolinhas a vomitar e perder a consciência. As autoridades australianas também anunciaram a proibição nacional da venda do produto, premiado brinquedo do ano no país, depois que três crianças foram hospitalizadas.
O Bindeez também é encontrado no Brasil, onde é distribuído pela empresa Long Jump, que faz até um concurso das "bolinhas mágicas que se juntam com água", para premiar as montagens mais criativas das crianças. O produto custa entre R$ 17 e R$ 20, nas principais lojas especializadas e de departamento. A distribuidora do brinquedo aqui ainda está avaliando as notícias para anunciar sua decisão.
Brinquedo prometia ser o best-seller deste Natal Nos Estados Unidos, o brinquedo era vendido desde abril, com preços que oscilavam entre US$ 17 e US$ 30 e prometia ser o best-seller de vendas deste ano. Foi indicado recentemente pela rede Wal-Mart entre os 12 principais do Natal, mas, nesta quinta-feira, já tinha sido retirado da lista do site da rede de varejo e aparecia como "não disponível no estoque".
De acordo com os técnicos que realizaram os testes nestes brinquedos, a substância, uma vez metabolizada, transforma-se na droga GHB, disse à CNN o porta-voz da Comissão de Proteção ao Consumidor Americano, Scott Wolfson.
- As crianças que ingerem as bolinhas podem entrar em coma, desenvolver problemas respiratórios ou ter convulsões - avisou.
- Quem tiver esses brinquedos em casa deve jogá-los fora - acrescentou Julie Vallese, outra porta-voz da comissão.
Pouco antes, a Comissão de Segurança de Produtos para o Consumidor Americano havia anunciado outro recall de 403 mil brinquedos fabricados na China, incluindo 380 mil carrinhos vendidos na rede de lojas Dollar General, devido aos altos níveis de chumbo encontrados na pintura dos produtos. Nos últimos meses, esse tem sido o principal problema dos brinquedos que sofreram recall. O chumbo é tóxico e pode acarretar graves problemas de saúde às crianças.
postado por flavoli | |

Sábado, Novembro 03, 2007
Organizando meu orkut
Eu tenho no meu orkut 579 amigos. Desses, muitos são pessoas que me adicionaram por causa do blog. Agora eu estou criando grupos para categorizar essas pessoas. Então, eu queria pedir que, se você está no meu orkut, por favor deixe um recadinho para mim dizendo que é leitor(a) do blog Gravidez e Maternidade, ok? Ah, se puder, me fale se você tem filho. O link direto para minha página de recado está aqui.
E já que você está no orkut, que tal aproveitar e entrar na comunidade "Eu leio Gravidez e Maternidade"?
postado por flavoli | |

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