Gravidez e Maternidade
"O amor é, sem dúvida,a experiência mais
importante na vida de um ser humano"
(Ashley Montagu em Phi Delta Kappan)

A mamãe

Sou Flavia Oliveira, carioca, 35 anos, mãe da Luiza.



Fale comigo

Escreva um email
Estou no Orkut
MSN: flavoli@hotmail.com



Luiza

A Luiza nasceu em 09/02/2004, de parto normal na Clínica Perinatal de Laranjeiras às 16:06hs. Nasceu pesando 3,675kg e medindo 52,5cm. Hoje ela está com 4 anos e .

Datas importantes
Última menstruação: 17/05/2003
Descoberta da Gravidez: 10/06/2003
Primeira ultra: 04/07/2003
Descoberta do Sexo: 10/09/2003
Senti o bebê mexer: 23/09/2003
Chá de bebê: 20/01/2004
Nascimento: 09/02/2004

Umbigo caiu: 14/02/2004
Primeiro passeio: 18/02/2004
Primeiro sorriso: 10/03/2004
Furou as orelhas: 06/04/2004
Primeiro banho de piscina: 01/05/2004
Sentou sozinha: 26/05/2004
Primeira viagem: 28/05/2004
Rolou: 10/06/2004
Primeira papinha: 02/07/2004


Receitas para papinhas: clique aqui


Comentários recentes



Visitas

Deixe um recadinho para mim!



Assine meu livro de visitas



Nesse momento: online




Já passaram por aqui:


Fique por dentro!

Receba o blog no seu email ou se preferir assine pelo Bloglines


Na blogosfera

Links mais clicados


Adicionar aos Favoritos BlogBlogs


Add to Technorati Favorites




Arquivos

Leia aqui o que aconteceu nos últimos meses.


Créditos





This page is powered by Blogger.



Weblog Commenting and Trackback by HaloScan.com







A História de uma Gata - continuação

Após passar um final de semana inteiro sem notícias de Katylene, D. Florinda e Ludmila resolveram sair à procura da gata pelo condomínio. Levaram o arranhador de Katylene que tem um chocalinho no alto e que Katylene adora, por causa do barulho. E lá iam as duas, à noite, chamando em vão "Katyleneeeeee, Katyleeeeeene".

Até que um porteiro contou que havia visto essa gata zanzando pelo prédio mas que não estava sabendo de nada e por isso não avisou. Já era tarde e D. Florinda resolvou então voltar para casa e pediu ao porteiro que avisasse caso a gata aparecesse novamente.

Ludmila e D. Florinda dormiam o sono dos justos quando o interfone interrompeu o silêncio da madrugada. D. Florinda acordou sobressaltada e pensou "Katylene apareceu!". Correu para atender o interfone e o porteiro pediu que ela chegasse até a janela para ver a gata. E foi então que D. Florinda viu Katylene outra vez, deitada no jardim do prédio. Ela jogou a vasilha de ração pelo mesmo buraco por onde Katylene havia fugido e o porteiro ofereceu então a ração à gata. A bichinha na mesma hora se levantou e começou a comer com sofreguidão. D. Florinda tirou então sua camisola de seda e colocou uma roupa mais apresentável para descer e buscar a gata. Ficou receosa em deixar Ludmila sozinha por alguns minutos, mas não havia outro jeito. Deixou uma luz acesa no corredor e desceu.



Lá embaixo só teve tempo de agradecer ao porteiro e voltar no mesmo elevador com a fujona no seu colo. Em casa fez uma inspeção em Katylene e constatou que a mesma estava um pouco machucada e muito suja. Ofereceu água e ração à Katylene que comeu e bebeu como se estivesse fora de casa há um mês. Antes de voltar para sua cama, D. Florinda amarrou o buraco da tela com um barbante e colocou um vaso de plantas naquele lugar da janela para que Katylene não fuja mais.

No dia seguinte D. Florinda acordou Ludmila com a grande novidade. A menina ficou eufórica com a volta da sua gata e já sentenciou que ela está esperando três filhotes. D. Florinda pediu à Ludmila que não pegasse Katylene no colo pois ela estava muito sujinha. Depois levou a gata para uma "faxina" na petshop da vizinhança. Quando voltaram para casa à noite, encontraram Katylene linda e cheirosa e ainda por cima com um laçarote no pescoço.


postado por flavoli | Permalink |




Sexta-feira, Outubro 26, 2007
A História de uma Gata
História real. Os nomes dos personagens foram modificados para preserver a identidade dos mesmos

Era uma vez uma gatinha que vivia nas ruas de Nova Iguaçu, Baixada Fluminense. Ela era ainda uma gatinha bebê e foi encontrada por um casal de namorados que por lá passeava. Esse casal levou a gatinha para a casa deles e contactou uma ONG que procura um lar para animais abandonados.

Logo uma família foi encontrada para essa gatinha. D. Florinda queria uma gatinha para fazer companhia à sua filha Ludmila de três anos, já que havia se separado recentemente e não tinha previsão de encomendar um irmãozinho tão cedo. D. Florinda queria também exercer seu lado maternal mais uma vez com um serzinho tão indefeso como aquela gatinha que ela havia conhecido através de um site na internet. Num domingo D. Florinda e sua filha Ludmila partiram para Copacabana para buscar a gatinha, que foi então batizada de Katylene.

No início era tudo alegria. A gatinha era realmente muito fofinha. Logo aprendeu a usar a caixa de areia e se alimentava apenas de ração. Katylene adorava brincar com bolinhas de papel, tampinhas de caneta e tudo o mais que ela encontrasse pelo chão. Até com as pedrinhas que enfeitavam um vaso na varanda do apartamento de D. Florinda ela gostava de brincar.

A empregada reclamava: “D. Florinda, a Katylene está tirando todas as pedrinhas daquele vaso da varanda. Daqui a pouco não vai sobrar nem uma pedrinha para contar história”. E D. Florinda achava graça, não se incomodava com as travessuras de sua gatinha tão fofa.

Até que um dia, na hora de dormir, a pequena Ludmila falou:
“Mamãe, o lençol está molhado.”
“Você fez xixi na cama, filha?” – perguntou D. Florinda
“Não mamãe, eu estou de fralda.”

E D. Florinda cheirou e descobriu que a linda e meiga Katylene havia feito xixi na sua cama. “Ué? Não dizem que os gatos são os animais mais limpos, que só fazem xixi na caixa de areia? Deve ter sido algum acidente mesmo...” pensou D. Florinda. E, por via das dúvidas, passou a deixar seu quarto trancado quando não estivesse em casa para evitar novas surpresas na hora de dormir.

O tempo foi passando e Katylene foi crescendo. Ela já não era mais tão meiga e eventualmente arranhava (às vezes até mordia) a pequena Ludmila, que chorava lágrimas muito sentidas quando isso acontecia. A convivência das duas era geralmente muito pacífica, mas Ludmila não entendia bem que Katylene não era um bichinho de pelúcia que faria todas as vontades dela. E isso estressava, ora Ludmila, ora Katylene. D. Florinda tentava por ordem na casa, trancando Katylene na cozinha para que Ludmila parasse de reclamar. E pensava “Por que foi mesmo que eu quis ter um animal de estimação?”

Aquela pequena gatinha indefesa havia transformado numa gata grande e com muitos pelos que se soltavam por toda a casa. Numa semana em que a empregada ficou fora por problemas de saúde, D. Florinda descobriu que não podia mais usar roupas pretas, pois era só chegar na sala da casa que a roupa ficava completamente cheia de pelos brancos que voavam no ar...

Nessa mesma ocasião, D. Florinda descobriu como era desagradável limpar a caixa de areia da gatinha. Ter um animal de estimação em casa passou a ser uma obrigação bem chata. Sem falar no dia que Katylene fez xixi dentro da gaveta de Ludmila obrigando D. Florinda a lavar todas as roupas afetadas, no vidro de amaciante (cheio) que Katylene derrubou na área de serviço e no fato de que Katylene havia desenvolvido uma técnica para abrir as portas da casa, pulando sobre a maçaneta e fazendo D. Florinda acordar sobressaltada achando que seu apartamento havia sido invadido por bárbaros invasores.

Finalmente a empregada voltou de licença e a paz voltou a reinar na casa de D. Florinda. O aspirador de pó passou a ser usado diariamente para dar conta de tantos pelos. A caixa de areia voltou a ser limpa pela empregada e as portas dos quartos continuaram fechadas para evitar futuros acidentes com xixi de gato que, diga-se de passagem, tem um cheiro horrível!!

Mas aí, a empregada foi demitida e D. Florinda se viu numa situação sem saída. Além de ter uma casa para cuidar, roupas para lavar e uma filha para criar ainda tinha a gatinha que agora, além de tudo, estava carente pois ficava sozinha o dia todo em casa, já que D. Florinda trabalha fora e Ludmila fica na escola em período integral. E então D. Florinda resolveu que ia dar Katylene para a primeira alma caridosa que encontrasse. Ofereceu para os amigos, primos, vizinhos e nada! D. Florinda não conseguiu encontrar um novo lar para Katylene. D. Cláudia (mãe de D. Florinda e avó de Ludmila) disse que Katylene poderia ficar na sua casa se elas não encontrassem um novo lar, mas isso só poderia acontecer após o término de uma obra lá na casa de D. Cláudia, talvez só no início do próximo ano.

Nessa ocasião Katylene já estava dormindo trancada na cozinha, pois lá ela não conseguia abrir a porta e D. Florinda podia dormir em paz. O apartamento de D. Florinda tem as janelas todas protegidas com telas de segurança, dispositivo instalado quando sua filha Ludmila começou a andar, mas que servia também para a segurança de Katylene. Mas como Katylene não é fácil, ela acabou roendo uma parte da tela abrindo um buraco bem grandinho na janela da cozinha.

E numa manhã de sexta-feira, após acordar, D. Florinda vai até a cozinha abrir a porta para Katylene entrar e brincar um pouco com Ludmila enquanto ela se arruma para o trabalho. Aproveitou que estava na cozinha e foi ver se a roupa que estava no varal já havia secado e se tinha ração suficiente para a gata passar o dia. Quando voltou para o quarto, perguntou pra sua filha:
“Ludmila, cadê a Katylene?”
“Não está aqui não mamãe”
“Não está aqui??? Onde essa gata se meteu?

E lá foram as duas procurar Katylene em vão pelo apartamento. Ela não estava em nenhum lugar. E foi então que D. Florinda conclui que Katylene havia voltado para seu verdadeiro lar, a rua, pelo pequeno buraco da tela. O apartamento de D. Florinda fica no primeiro andar numa altura bem tranqüila para um gato pular.

Ludmila ficou um pouco triste e preocupada, queria que D. Florinda ligasse para os porteiros para avisar que a gatinha havia fugido. D. Florinda então contou para Ludmila que Katylene provavelmente estava muito triste na casa delas, sem companhia, e que tinha ido embora. Com certeza ela iria encontrar outros gatos amigos, quem sabe até um namorado? E que depois ela iria se casar e ter muitos filhotinhos.

“Ela vai voltar aqui para me mostrar os filhotes?”
“Não sei filha, acho que não”
“Eu queria ver os filhotinhos dela...”

E na hora que estavam saindo de casa para sua maratona diária de trabalho e escola, Ludmila chegou até a varanda do apartamento e avistou um gatinho preto passeando pelo jardim do prédio. E falou: “Mamãe, vem aqui ver uma coisa! Rápido! Olha lá! Acho que aquele é o namorado da Katylene! Pretinho. Bonitinho ele, né?”


http://www.youtube.com/watch?v=mAUvxNlFN2g

postado por flavoli | Permalink |




Terça-feira, Outubro 23, 2007
Crescendo

Essas duas últimas semanas tives várias evidências que minha filhota está crescendo.
1) Feriado do Dia das Crianças. A confusão da babá já tinha começado, ela tinha ido pra casa e o marido não deixou ela voltar mais e eu tinha um aniversário da minha tia-avó para ir. A princípio eu ia levar a Luiza já que ela aguenta bem e não dorme mesmo muito cedo. Mas ia ser uma chatice só para ela um jantar só de adultos. Aí a dinda se ofereceu para ficar com ela. Luiza já tinha dormido na casa dos meus pais, na casa do meu irmão, mas sem ter ninguém da família, seria a primeira vez. Se bem que a dinda e o Gabriel não são da família de sangue mas são da família de coração. E ela foi toda contente dormir lá com eles e também com o Victor e a tia Cristina (outros amigos que são também família do coração). Achei que, por ser a única menina das crianças, ela pudesse dar algum problema mas não deu não. Fiquei de celular a postos até que chegou um torpedo da Andréa avisando que ela já estava dormindo. Ufa!! Deu certo mesmo.... No dia seguinte recebi as fotos da bagunça deles na casa da Andréa e deu para ver que se divertiram muito. Uma pena eu não poder publicar aqui... :c(

2) Segunda-feira da semana passada. Fomos a uma homeopata e Luiza está medindo 1.06m e pesando 19.600kg. Levei um susto pois da última vez que fomos ao pediatra dela, um mês antes, ela estava com 1.03m e 18.500kg. Acredito que exista uma diferença entre as balanças mas que ela cresceu, não tenho dúvidas.

3) No domingo passado. Luiza voltou da casa do Juvenil mais cedo do que o usual e nos encontrou ainda na piscina na casa dos meus pais. Quis vir com a gente e começou a exibir as gracinhas que aprende na aula de natação da escola. Até que minha mãe comentou que, na época em que éramos crianças, a retirada das bóias era feita gradualmente. Primeiro tiravam uma bóia. Quando a criança estivesse à vontade, tiravam a outra. A Luiza fica muito à vontade com as duas bóias mas de vez em quando pede para tirar pois incomoda e aí só fica no colo, agarrada. E então sugerimos que ela ficasse só com uma bóia. Ela adorou a novidade mas demorou para acreditar que não afundaria. Em menos de uma hora ela já estava nadando de um lado para o outro, toda serelepe só com uma bóia. Beijei, apertei, agarrei muito ela. Quanta alegria ver a filha crescendo!!

4) Ontem. Luiza não usa mais cadeirinha no carro. Agora fica num booster, uma espécie de banquinho que faz com que ela fique mais "alta" e que possa usar o próprio cinto do carro. Um trambolho a menos no carro. Aliás, estou vendendo a cadeirinha antiga dela. É uma Matrix 2 da Burigotto com 2 anos e 9 meses de uso, que nunca passou por uma colisão. Estou vendendo por R$120,00. Só vou vender para alguém que estiver na cidade do Rio de Janeiro e que possa buscar na Zona Sul ou na Barra (dependendo de onde for eu posso entregar também). Vou tirar fotos da cadeirinha hoje à noite e publico depois aqui no blog. Se você tiver interesse, me mande um email para flavoli arroba gmail.com

É ou não é para ficar toda orgulhosa?

postado por flavoli | Permalink |




Segunda-feira, Outubro 22, 2007
De volta!

Em primeiro lugar eu quero agradecer o IMENSO carinho que recebi de vocês aqui nos comentários e também no meu email, orkut e MSN. Foi por essa comoção toda que eu resolvi não acabar com o blog. E também porque blogar me dá um prazer incrível, e eu não quero abrir mão disso.

Por enquanto o blog vai voltar sem fotos e vídeos e os arquivos ainda ficarão indisponíveis. Ainda estou estudando uma forma de disponibilizar isso com algum controle de senha, mas ainda não tenho nada certo.

Mas vocês devem estar se perguntando: “O que aconteceu afinal?”

Bem, eu tive um problema com a minha empregada que era também babá da Luiza. O marido dela não queria mais que ela trabalhasse e por isso começou a me perturbar direto. Fazia ligações para o meu celular, para minha casa em horários impróprios e até para a casa dos meus pais. Algumas vezes eu atendi e, nessas ligações ele fez ameaças dizendo que tinha fotos da minha filha, que sabia onde ela estudava etc e tal. Segundo a empregada, era tudo mentira dele mas, naquela situação eu já não sabia mais em quem acreditar e resolvi tirar as fotos da Luiza da internet.

Cancelei minha conta no Multiply, privatizei meus álbuns de fotos do Picasa, apaguei fotos do Orkut e tirei o blog do ar. É provável que ainda tenha alguma coisa disponível por aí que aos poucos eu vou apagando.

Com essa confusão toda, acabei tendo que demitir a empregada que resolveu então voltar para a cidade dela, no Maranhão. O cara ainda ficou me ligando pois achava que ela estava escondida na minha casa, mas agora acho que já está sabendo para onde ela foi e não tem mais perturbado.

Enfim, estou de volta, em breve com muitas novidades.

Mais uma vez, obrigada pelo carinho. Adoro vocês!

postado por flavoli | Permalink |